Porém, nos bastidores de Brasília, uma manobra tenta transformar um avanço histórico em um enorme retrocesso para a classe trabalhadora — especialmente para o setor da aviação.
Uma emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra, assinada por 176 deputados federais, propõe mudanças profundas que favorecem as empresas e retiram direitos garantidos.
⚠️ O que muda na prática se essa emenda passar?
Jornadas de até 52 horas semanais: Abre brecha para aumentar a carga horária de trabalho diária e semanal.
Redução do FGTS: Propõe cortar o depósito do FGTS de 8% para 4%, tirando dinheiro do futuro do trabalhador.
Transição de até 10 anos: A redução da jornada não seria imediata; o texto prevê uma década inteira de espera para a adaptação.
Divisão da categoria: Serviços considerados essenciais (como saúde, segurança, mobilidade e infraestrutura crítica) ficariam de fora da mudança, mantendo a jornada máxima atual de 44 horas.
Arraste para o lado e confira os deputados de São Paulo que assinaram essa emenda e escolheram o lado dos patrões, não o do trabalhador.
Não podemos aceitar que o fim da escala 6×1 seja usado como moeda de troca para precarizar ainda mais a nossa rotina. Menos direitos significa mais risco, mais esgotamento e mais lucro apenas para as grandes empresas.
Fique atento, acompanhe a mobilização e exija postura de quem diz nos representar!



