SINTEATA marcou presença na Plenária Preparatória da II Conferência Nacional do Trabalho (CNT). O evento, sediado pela UGT-SP em Campinas, ocorreu nesta quinta-feira, 13 de Novembro de 2025, reunindo lideranças em um debate fundamental para o futuro do trabalho no país.
O principal objetivo da delegação foi contribuir ativamente para a formalização do Documento da Bancada de Trabalhadores de São Paulo. Este documento não é apenas um registro de demandas, mas sim o alicerce que norteará a atuação e as reivindicações da bancada na II Conferência Nacional, servindo como um manifesto de luta por direitos e avanços sociais.
Os Pilares da Pauta: Transição Justa
A centralidade do debate é a Pauta da Transição Justa, um conceito vital que visa amenizar os impactos sociais e econômicos decorrentes das transformações digitais, ambientais e produtivas em curso. Três eixos temáticos surgem como prioridades inegociáveis:
- Fortalecimento da Negociação Coletiva
A autonomia e a liberdade sindical para a defesa efetiva dos direitos da categoria. A exigência é pelo aprimoramento dos mecanismos de Negociação Coletiva, garantindo que o diálogo entre capital e trabalho seja equilibrado e capaz de gerar acordos que reflitam as necessidades reais dos trabalhadores. - Emprego de Qualidade e Estratégias de Inclusão
Em face das transformações tecnológicas e sociais, e Emprego de Qualidade. O foco reside na preparação da força de trabalho para o futuro, garantindo a inclusão de todos os segmentos profissionais na nova economia. - Proteção Social e Combate à Discriminação Sistêmica
Este eixo aborda a necessidade da Proteção Social, com especial atenção às Políticas de Cuidado. Adicionalmente, o documento exige medidas rigorosas no combate à discriminação, assédio e a todas as formas de desigualdades que permeiam o ambiente de trabalho, incluindo as dimensões racial, de gênero e LGBTQIA+.
A participação do SINTEATA nesta etapa preparatória reforça o seu compromisso com a construção de uma agenda progressista. A jornada não se encerra em Campinas, mas se projeta para o cenário nacional.
A luta prossegue, visando um futuro onde o Brasil possa oferecer mais e melhores oportunidades de emprego e a plena garantia dos direitos conquistados.



